Como calcular ROAS de tráfego pago 📈 | O que considerar quando o produto é um serviço B2B?

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  • Como calcular ROAS de tráfego pago exige ir além da fórmula básica quando o negócio vende serviços com ciclo longo e ticket variável.
  • O cálculo precisa conectar os dados das plataformas de anúncio com o processo comercial, do primeiro contato ao fechamento do contrato.
  • Empresas B2B que estruturam esse rastreamento conseguem interpretar as campanhas com mais precisão e decidir onde investir com mais segurança.

Como calcular ROAS de tráfego pago é uma dúvida frequente entre gestores e proprietários de empresas B2B que investem em Google Ads ou Meta Ads e precisam saber se o retorno justifica o orçamento aplicado.

O desafio cresce quando o ciclo de venda é longo, o ticket médio varia e o contrato pode levar semanas para ser fechado depois do primeiro contato. Nesse cenário, a métrica exibida pelas plataformas raramente reflete o resultado comercial real.

Este artigo explica o que precisa ser rastreado, como estruturar o cálculo e o que considerar antes de tirar conclusões sobre o desempenho de uma campanha. O objetivo é dar uma base prática para quem já investe em anúncios e quer medir o retorno com mais precisão.

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O que é ROAS e por que o cálculo funciona diferente em empresas de serviços?

ROAS é a sigla em inglês para Return on Ad Spend, que significa retorno sobre o investimento em anúncios. A fórmula básica divide a receita atribuída às campanhas pelo valor investido nelas, gerando um multiplicador de retorno que indica quanto cada real aplicado gerou em receita.

Um ROAS de 4 indica que cada R$ 1,00 investido em anúncios retornou R$ 4,00 em receita. Em plataformas de comércio eletrônico, onde a compra acontece no mesmo momento do clique, a mensuração é relativamente direta e as ferramentas conseguem rastrear o valor da transação de forma automática.

O cenário muda quando a empresa vende serviços. Um gestor que pesquisa como calcular ROAS de tráfego pago para um negócio B2B logo percebe que a venda não termina no formulário preenchido pelo lead.

Entre o clique no anúncio e o contrato assinado, há etapas intermediárias que as plataformas raramente conseguem acompanhar de forma automática. Esse caminho costuma incluir contato do time comercial, reunião de diagnóstico, elaboração de proposta e negociação, cada uma com potencial de encerrar o ciclo antes do fechamento.

Sem rastrear o que acontece nessas etapas, o ROAS exibido nos painéis das plataformas tende a ser uma estimativa pouco confiável do retorno real. A lacuna central está no intervalo entre o lead gerado e o contrato assinado, que em negócios B2B pode durar semanas ou meses.

Quem quer entender como calcular ROAS de tráfego pago com precisão em empresas de serviços precisa conectar os dados dos anúncios com os dados do processo comercial, tratando as duas fontes de forma integrada. Sem essa integração, o número de ROAS fica limitado ao que as plataformas conseguem rastrear por conta própria.

Passo a passo para calcular o ROAS em campanhas de serviços B2B

A fórmula de como calcular ROAS de tráfego pago é direta: receita gerada pelos anúncios dividida pelo valor investido nelas. O ponto crítico está em saber qual receita atribuir às campanhas quando o processo de venda passa por múltiplas etapas antes do fechamento.

Estes são os passos práticos para estruturar o cálculo em uma empresa de serviços. Cada etapa depende de dados registrados com consistência para que o resultado reflita o retorno real.

  1. Defina o evento de conversão correto. Em serviços B2B, a conversão relevante raramente é o preenchimento de formulário. O ideal é rastrear o lead que avançou para uma proposta formal no funil comercial.
  2. Registre a origem de cada lead. Cada contato precisa entrar no CRM com a fonte de aquisição, indicando de qual campanha ou anúncio ele veio.
  3. Vincule os contratos fechados às campanhas de origem. Quando a venda acontece, o valor do contrato precisa ser atribuído ao lead e, por consequência, à campanha que o gerou.
  4. Defina a janela de atribuição com base no ciclo médio de venda. Em negócios com ciclo de 60 dias, comparar o investimento e a receita do mesmo mês vai distorcer o cálculo de como calcular ROAS de tráfego pago e gerar leituras equivocadas sobre o desempenho real.

Com essas quatro etapas estruturadas, o processo de como calcular ROAS de tráfego pago deixa de depender das estimativas das plataformas e passa a refletir o resultado comercial real. Esse fluxo exige disciplina no registro comercial; sem ele, qualquer número de ROAS é baseado em dados incompletos.

Como calcular ROAS de tráfego pago: O ciclo de venda longo e o impacto direto no cálculo do ROAS

Para quem quer saber como calcular ROAS de tráfego pago em negócios com contrato longo, o ciclo de venda é o maior fator de distorção. Imagine uma empresa de terceirização de serviços que investe em campanhas no Google Ads por três meses consecutivos: no primeiro, os leads chegam; no segundo, alguns convertem; no terceiro, os do segundo mês começam a avançar no funil.

Se a análise for feita mês a mês sem considerar esse deslocamento, o primeiro mês vai parecer um fracasso, mesmo tendo gerado os leads que converteram nos meses seguintes. Esse equívoco leva à pausa de campanhas que estavam funcionando antes que o resultado tivesse tempo de aparecer.

O problema com como calcular ROAS de tráfego pago sem considerar o ciclo de venda é que a métrica fica desconectada da realidade comercial da empresa. Uma janela de atribuição curta demais omite parte do retorno; uma longa demais pode incluir vendas que não tiveram origem nos anúncios.

O caminho é calcular o tempo médio de fechamento a partir do histórico comercial e usar essa referência para definir o período de comparação. Uma empresa com ciclo de 45 dias, por exemplo, pode comparar o investimento de um mês com a receita dos 45 dias seguintes para obter uma leitura mais representativa.

Aprender como calcular ROAS de tráfego pago em negócios com ciclo longo inclui aprender a trabalhar com janelas de atribuição ajustadas ao comportamento real dos clientes, e não ao calendário mensal das campanhas. Esse ajuste tende a gerar uma leitura mais fiel do retorno real e a reduzir a probabilidade de decisões equivocadas sobre o investimento.

Quais dados você precisa rastrear para que o cálculo de ROAS faça sentido?

O cálculo de como calcular ROAS de tráfego pago só é confiável quando os dados certos estão sendo capturados ao longo de todo o processo comercial. Sem rastreamento estruturado, o número que aparece nas plataformas tende a ser incompleto e pouco representativo do retorno real. Os dados essenciais para estruturar esse rastreamento são:

  • Origem de cada lead: de qual campanha, anúncio e palavra-chave o contato veio, registrado no momento do primeiro contato com a empresa.
  • Custo por lead: valor investido dividido pelo número de leads gerados no período, separado por fonte de tráfego para facilitar a comparação.
  • Taxa de conversão de lead para oportunidade: quantos dos leads gerados avançam para uma proposta formal no funil comercial.
  • Taxa de fechamento: quantas oportunidades viram contratos assinados, separadas por origem e por campanha para identificar quais fontes geram clientes de maior qualidade.
  • Valor do contrato: receita gerada por cada cliente, vinculada à campanha de origem no momento do fechamento.
  • Tempo médio de ciclo: intervalo entre o primeiro contato e o fechamento, que define a janela de atribuição mais adequada para o modelo de negócio.

Com esses dados organizados, a empresa consegue calcular o ROAS com base no resultado comercial real. A gestão de tráfego pago precisa estar integrada ao processo de vendas para que esse rastreamento funcione na prática.

Quanto mais consistente for o registro dessas informações, mais preciso será o cálculo de como calcular ROAS de tráfego pago e mais fundamentadas serão as decisões sobre onde concentrar o investimento. Empresas que mantêm esse registro atualizado tendem a identificar com mais rapidez quais campanhas geram leads de maior qualidade e quais precisam de ajuste.

O que é um ROAS saudável para uma empresa B2B de serviços?

Não existe um número universal que responda como calcular ROAS de tráfego pago de forma igual para todos os negócios. O valor mínimo viável depende da margem de contribuição do serviço, dos custos fixos da operação e do valor do cliente ao longo do tempo, o chamado LTV.

Um ROAS de 3 pode ser excelente para uma empresa com margem alta e custo operacional baixo, mas insuficiente para uma com estrutura pesada e margens apertadas. O ponto de partida é calcular qual ROAS cobre os custos da operação e ainda gera lucro líquido positivo para o negócio.

Uma abordagem prática parte da margem bruta média por contrato. Suponha que um serviço gere R$ 10.000 por contrato e os custos variáveis dessa entrega somem R$ 6.000; a margem disponível é de R$ 4.000. Com o custo de aquisição consumindo parte dessa margem, o ROAS mínimo viável começa a se definir com mais clareza.

O LTV, ou valor do cliente ao longo do tempo, muda completamente a leitura do ROAS em contratos recorrentes. Em uma mensalidade de R$ 3.000, o cliente pode representar R$ 36.000 de receita em 12 meses; nesse modelo, um ROAS de aquisição aparentemente baixo pode ser muito lucrativo quando calculado sobre o ciclo completo do contrato.

Saber como calcular ROAS de tráfego pago, portanto, inclui entender como o modelo de negócio cria valor ao longo do tempo. Empresas B2B com contratos longos tendem a aceitar um ROAS de aquisição menor justamente porque o retorno se prolonga além do primeiro mês de relacionamento.

O raciocínio de como calcular ROAS de tráfego pago se torna mais estratégico quando considera LTV, margem e ciclo de venda juntos, em vez de analisar apenas a receita imediata comparada ao investimento do período. Essa perspectiva integrada tende a levar a decisões mais consistentes sobre quando escalar, ajustar ou redistribuir o orçamento entre campanhas.

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Como a iLuck ajuda empresas B2B a estruturar o rastreamento e entender o ROAS real das campanhas

Muitas empresas B2B investem em anúncios há meses sem conseguir responder com clareza quanto cada contrato custou para ser adquirido. O problema raramente está nas campanhas; está na ausência de rastreamento estruturado entre o anúncio e o fechamento da venda.

A iLuck trabalha com gestão de campanhas no Google Ads e no Meta Ads com foco em resultado comercial, conectando a estrutura das campanhas ao processo de vendas da empresa. Com mais de 160 empresas atendidas e mais de R$ 10 milhões gerenciados em tráfego pago, a agência tem experiência em negócios B2B com ciclos de venda longos e tickets elevados.

Como parceira oficial do Google Ads e do Meta Ads, a iLuck conta com suporte prioritário e acesso antecipado a novas funcionalidades das plataformas, o que permite configurar campanhas com rastreamento mais preciso e atribuição mais alinhada ao ciclo de venda de cada cliente. Esse nível de acesso aumenta a probabilidade de identificar e corrigir pontos de perda na jornada do lead antes que eles comprometam o retorno das campanhas.

A resposta para quem precisa entender como calcular ROAS de tráfego pago com base em contratos reais começa pela estrutura de rastreamento. Sem isso, qualquer número de ROAS é uma estimativa; com isso, a empresa passa a tomar decisões de investimento baseadas em dados comerciais concretos.

Se a sua empresa investe em anúncios mas ainda não sabe como calcular ROAS de tráfego pago com base nos contratos fechados, fale com a equipe da iLuck pelo WhatsApp.

A análise do cenário atual é o ponto de partida para estruturar um acompanhamento que faça sentido para o negócio. Acompanhe também o perfil da iLuck no Instagram em @agenciailuck para conteúdos sobre campanhas, estratégias B2B e gestão de tráfego pago.

Perguntas frequentes sobre como calcular ROAS de tráfego pago

As perguntas abaixo reúnem as dúvidas mais comuns de gestores e empresários B2B sobre o cálculo do ROAS, suas variações por plataforma e o impacto do ciclo de venda na leitura dos resultados.

As respostas partem do conteúdo deste artigo e de conceitos consolidados sobre gestão de campanhas pagas.

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Como calcular o ROAS no tráfego pago?

O ROAS no tráfego pago é calculado dividindo a receita gerada pelas campanhas pelo valor investido nelas no mesmo período. O resultado indica quanto de retorno cada real aplicado em anúncios gerou para o negócio.

Para empresas de serviços B2B, a receita a considerar no cálculo é o valor dos contratos fechados cuja origem foi rastreada até uma campanha específica. Isso exige que o lead seja registrado com a fonte de aquisição desde o primeiro contato e que o valor do contrato seja vinculado à campanha quando a venda acontece.

Como fazer o cálculo de ROAS?

Para fazer o cálculo de ROAS de forma confiável em uma empresa de serviços, é necessário percorrer quatro etapas: definir o evento de conversão correto, registrar a origem de cada lead no CRM, vincular os contratos fechados às campanhas de origem e definir a janela de atribuição com base no ciclo médio de venda da empresa.

Com essas etapas estruturadas, o ROAS deixa de depender das estimativas automáticas das plataformas e passa a refletir o resultado comercial real. O processo exige disciplina no registro comercial; sem ele, o cálculo fica baseado em dados incompletos.

Clique aqui e veja nosso conteúdo sobre segmentação de leads B2B, aqui falamos como qualificar contatos e parar de desperdiçar tempo do time comercial

Como calcular o ROAS para Meta Ads?

No Meta Ads, o ROAS aparece automaticamente no painel quando eventos de conversão com valor estão configurados via Pixel. Para e-commerces, essa mensuração é relativamente direta; para serviços B2B, o número exibido pela plataforma tende a subestimar o retorno real.

Isso acontece porque o Pixel rastreia conversões dentro da janela de atribuição configurada, enquanto o ciclo de venda de uma empresa de serviços pode durar várias semanas após o clique. O mais indicado é registrar os leads gerados pelo Meta Ads no CRM e vincular manualmente os contratos fechados à campanha de origem, calculando o ROAS real com base na receita confirmada.

Como calcular ROAS de tráfego pago: Como saber meu ROAS ideal?

O ROAS ideal varia conforme a margem bruta do serviço, os custos fixos da operação e o valor do cliente ao longo do tempo. Não existe um número universal; o que define o ROAS mínimo viável é a capacidade de cobrir o custo de aquisição sem comprometer a lucratividade do contrato.

Em negócios com contratos recorrentes, o LTV do cliente muda a leitura do ROAS ideal. Um ROAS de aquisição mais baixo pode ser sustentável quando o cliente permanece por meses ou anos, diluindo o custo de aquisição ao longo do contrato.

Como calcular o ROI do tráfego pago?

O ROI (Retorno sobre Investimento) é calculado pela fórmula: lucro obtido menos custo total do investimento, dividido pelo custo total, multiplicado por 100. Diferente do ROAS, o ROI considera a margem do serviço e os custos operacionais envolvidos na entrega, não apenas o valor investido em mídia.

Para calcular o ROI do tráfego pago em uma empresa de serviços B2B, é necessário subtrair o custo de entrega dos contratos gerados antes de aplicar a fórmula. Sem conhecer a margem por contrato, o ROI calculado tende a ser enganoso.

Como calcular ROAS de tráfego pago: Qual ROI é considerado bom?

Um ROI positivo indica que o investimento gerou mais do que custou. Para tráfego pago em serviços B2B, o que define um bom ROI é a capacidade de cobrir o custo de aquisição e ainda gerar lucro líquido suficiente para sustentar o crescimento da operação.

Em contratos recorrentes, o ROI tende a melhorar ao longo do tempo. Um cliente adquirido com ROI baixo no primeiro mês pode representar um ROI alto ao longo do contrato, dependendo do LTV e da margem do serviço.

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Como calcular ROAS de tráfego pago: O que é ROAS de 10?

Um ROAS de 10 significa que cada R$ 1,00 investido em anúncios gerou R$ 10,00 em receita. Esse nível de retorno tende a ser alcançado quando o ciclo de venda está bem mapeado, a janela de atribuição reflete o tempo médio de fechamento e os contratos estão sendo corretamente vinculados às campanhas de origem.

Como calcular o ROI exemplo?

Suponha que uma empresa investiu R$ 5.000 em tráfego pago e fechou contratos no valor de R$ 25.000 com leads oriundos dessas campanhas. O custo de entrega desses contratos foi de R$ 15.000. O lucro gerado foi de R$ 5.000 após descontar tanto os custos de entrega quanto o investimento em anúncios.

O ROI, nesse exemplo, seria: (R$ 5.000 / R$ 5.000) × 100 = 100%, indicando que o investimento em anúncios dobrou de valor em termos de lucro líquido. Esse cálculo só é possível quando a empresa conhece a margem por contrato e rastreia a origem de cada venda.

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Como saber o ROI de uma campanha?

Para saber o ROI de uma campanha, é necessário conhecer a receita gerada pelos leads originados nela, o custo de entrega dos serviços contratados e o valor investido na própria campanha. Com esses três números, o cálculo é direto.

A parte mais desafiadora costuma ser rastrear a receita até a campanha de origem, especialmente em negócios B2B com ciclo de venda longo. Registrar cada lead com a fonte de aquisição no CRM e vinculá-lo ao contrato fechado é o que torna esse rastreamento possível na prática.

Qual é a fórmula do ROAS?

ROAS = Receita gerada pelos anúncios / Custo total dos anúncios. O resultado é um multiplicador: um ROAS de 4 indica que cada R$ 1,00 investido retornou R$ 4,00 em receita. O denominador inclui apenas o valor pago em mídia, sem considerar custos operacionais ou de entrega do serviço, o que diferencia o ROAS do ROI.

Como calcular ROAS no Google Ads?

No Google Ads, o ROAS aparece automaticamente na coluna “Valor de conversão / Custo” quando conversões com valor estão configuradas.

Para serviços B2B, o mais indicado é usar a importação de conversões offline, vinculando os contratos fechados no CRM às campanhas de origem por meio do recurso de importação de conversões offline da plataforma.

Sem esse rastreamento, o ROAS exibido pelo Google Ads considera apenas as conversões registradas dentro da janela de atribuição padrão, ignorando contratos fechados fora dela. Isso tende a subestimar o retorno real de campanhas que geram leads com ciclo de venda longo.

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O que é ROAS no meta ads?

ROAS no Meta Ads é a relação entre o valor das conversões registradas pela plataforma e o custo das campanhas. O painel exibe esse número como retorno sobre o investimento em publicidade, calculado automaticamente quando o Pixel está configurado com eventos de conversão com valor.

Para empresas de serviços B2B, o ROAS exibido pelo Meta Ads costuma ser parcial. Os contratos fechados após uma negociação longa raramente são capturados pelo Pixel, o que faz com que o ROAS real da campanha tenda a ser maior do que o número exibido no painel.

O que é ROAS no marketing digital?

ROAS é a métrica que indica quanto de receita foi gerado para cada real investido em anúncios digitais. É calculado dividindo a receita atribuída às campanhas pelo valor investido nelas, e o resultado é um multiplicador de retorno usado para avaliar a eficiência das campanhas pagas.

Diferente do ROI, o ROAS avalia apenas a relação entre investimento em mídia e receita, sem considerar os custos operacionais da entrega. No marketing digital, ele é usado para comparar campanhas, ajustar orçamentos e decidir onde concentrar o investimento para maximizar o retorno.

Qual a duração média da jornada do cliente B2B e do ciclo de vendas?

O ciclo de vendas B2B varia bastante conforme o ticket médio, a complexidade do serviço e o número de decisores envolvidos. Em contratos de valor mais alto, o ciclo costuma ser mais longo, podendo envolver semanas ou meses de negociação entre o primeiro contato e o fechamento.

Conhecer o ciclo médio de fechamento da própria empresa é essencial para definir a janela de atribuição correta no cálculo do ROAS. Uma empresa com ciclo de 45 dias, por exemplo, tende a obter uma leitura mais representativa comparando o investimento de um mês com a receita dos 45 dias seguintes.

Quantos pontos de contato e canais os compradores B2B utilizam em sua jornada?

Compradores B2B costumam percorrer múltiplos canais antes de fechar um contrato, incluindo busca no Google, redes sociais, visitas ao site, WhatsApp e reuniões comerciais. Esse comportamento torna a atribuição direta do ROAS a um único canal uma simplificação da realidade.

Registrar a origem do lead no CRM desde o primeiro contato, independentemente do canal, é o que permite acompanhar o caminho completo até o fechamento e calcular o ROAS com base no resultado comercial real.

A atribuição do ROAS considera a complexidade da jornada do cliente B2B?

As plataformas de anúncio usam modelos de atribuição que creditam a conversão ao último clique ou à última interação dentro de uma janela de tempo predefinida. Esse modelo raramente captura a jornada completa de um comprador B2B, que costuma envolver múltiplos canais e semanas de negociação antes do fechamento.

Para compensar essa limitação, empresas B2B que querem um ROAS mais representativo registram o lead no CRM com a origem da campanha e atribuem o valor do contrato manualmente quando a venda acontece. Esse processo conecta a receita real à campanha de entrada, independentemente da janela da plataforma.

O ROAS está sendo otimizado para lucro total ou apenas para a porcentagem de eficiência?

Otimizar exclusivamente para ROAS pode levar a campanhas com alto retorno percentual, mas com volume de contratos insuficiente para cobrir os custos fixos da operação. Um ROAS alto com poucos contratos pode ser menos lucrativo do que um ROAS menor com volume maior.

O equilíbrio ideal considera a margem bruta por contrato, o LTV do cliente e a capacidade operacional da empresa para escalar. Em negócios B2B com contratos longos, crescer em volume de contratos tende a ser mais estratégico do que maximizar o ROAS de cada campanha individualmente.

Existe um processo de acompanhamento de vendas robusto para os leads gerados pelo tráfego pago?

Sem um processo comercial estruturado, o ROAS calculado pelas plataformas tende a ser incompleto. Um acompanhamento robusto inclui registrar cada lead no CRM com a fonte de aquisição, acompanhar o avanço no funil e vincular o valor do contrato ao lead quando a venda acontece.

Esse fluxo é o que permite calcular o ROAS com base no resultado comercial real, conectando o investimento em anúncios ao fechamento dos contratos. Empresas que mantêm esse registro de forma consistente tendem a tomar decisões de campanha mais fundamentadas em dados.

Em que ponto a busca por um ROAS mais alto começa a prejudicar o crescimento?

A busca por um ROAS cada vez mais alto tende a levar a campanhas com segmentações muito restritivas ou orçamentos reduzidos demais para gerar volume suficiente de leads qualificados. Em negócios B2B com LTV alto, crescer pode exigir aceitar um ROAS de aquisição menor no curto prazo para aumentar o número de contratos ativos.

O ponto de equilíbrio depende da margem, do LTV e da capacidade operacional da empresa. Uma análise que considera o ciclo de vida do cliente tende a revelar que um ROAS de aquisição mais baixo pode ser mais lucrativo quando calculado sobre o contrato completo.

As recomendações de ROAS das plataformas de anúncios estão alinhadas com os objetivos de lucro do negócio?

As plataformas otimizam para o ROAS-alvo configurado pelo anunciante, mas não conhecem a margem, os custos fixos ou o LTV do negócio. Isso significa que um ROAS-alvo definido sem considerar esses fatores pode gerar eficiência de campanha sem gerar lucratividade real para a operação.

O ROAS-alvo ideal para empresas B2B de serviços precisa ser calculado com base nos dados comerciais da própria empresa, não nas referências genéricas das plataformas. A análise da margem bruta por contrato e do LTV médio do cliente são os pontos de partida para essa definição.

Como calcular ROAS de tráfego pago: Como separar o ROAS de termos de busca de marca versus não marca?

No Google Ads, é possível criar campanhas separadas para palavras-chave de marca, que incluem o nome da empresa, e para termos genéricos relacionados ao serviço. O ROAS de campanhas de marca tende a ser mais alto porque o usuário já conhece o negócio e tem intenção de compra mais clara.

O ROAS de termos genéricos mostra a eficiência em conquistar clientes que ainda não conhecem a empresa, sendo um indicador mais representativo da capacidade de aquisição das campanhas. Analisar os dois separadamente permite decisões mais precisas sobre onde concentrar o orçamento conforme o objetivo de crescimento.

Quais outros canais de marketing estão sendo utilizados e como eles impactam o ROAS do tráfego pago?

Canais como SEO, redes sociais orgânicas e WhatsApp contribuem para a jornada do comprador B2B sem aparecer diretamente nos relatórios de campanhas pagas. Quando um lead pesquisa a empresa no Google, visita o site e depois clica em um anúncio, parte do crédito pela conversão pode pertencer a esses outros canais.

Ignorar o papel desses canais na jornada tende a inflar o ROAS atribuído ao tráfego pago. Uma análise que considera o mix de canais e o caminho completo do lead até o fechamento tende a gerar uma leitura mais equilibrada do retorno real de cada investimento.

Se alguma dessas perguntas ainda ficou sem resposta para o contexto específico do seu negócio, fale com a equipe da iLuck pelo WhatsApp para entender como estruturar o rastreamento e calcular o ROAS com base nos contratos reais da sua empresa.

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